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Nenhures

Nenhures

Rejuvenescendo, agora no temor

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Não deixes pois que a mão do inverno duro
destrua o verão em ti sem destilares: 
faz doce ampola e dá lugar seguro
a teu tesouro antes de o matares.
Não é usura proibida essa
que a quem paga o que deve traz contento,
é tu nutrires o que em ti começa, 
dez vezes mais feliz, se a dez por cento.
Dez vezes mais feliz tu te sentisses
se em dez de tais dez vezes te cunhasses; 
pois que faria a morte se partisses,
deixando-te a viver em quem gerasses?
   Não teimes. Tens beleza demasiada 
   pra conquista da morte aos vermes dada.
 
 
Then let not winter’s ragged hand deface
In thee thy summer, ere thou be distilled.
Make sweet some vial; treasure thou some place
With beauty’s treasure, ere it be self-killed.
That use is not forbidden usury
Which happies those that pay the willing loan;
That’s for thyself to breed another thee,
Or ten times happier, be it ten for one.
Ten times thyself were happier than thou art,
If ten of thine ten times refigured thee.
Then what could death do if thou shouldst depart,
Leaving thee living in posterity?
  Be not self-willed, for thou art much too fair
  To be death’s conquest and make worms thine heir.

 

(6, tradução de Vasco Graça Moura)

Crónica dos dias do COVID (18): Fernando Medina

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De vez em quando, mas não é raro, há um amigo que me critica por adjectivar em demasia. Normalmente são amigos adeptos do PS. Ainda ontem alguém me cutucou nesse sentido. Lembro-me desse amigo - que um dia me apresentou a um confrade bloguista, também muito democrático, muito libertário, que acabou a dizer-me que não tenho o direito a criticar as pessoas que não conheço pessoalmente. Ou seja, só posso criticar os conhecidos e não devo adjectivar. É a mundividência PS, decerto.

Este é Fernando Medina, o presidente da câmara de Lisboa, do PS. Muito falado como putativo sucessor de Costa no Rato e em São Bento. Que tudo faz para que Lisboa seja um local de turismo igual a qualquer outro mas com Tejo à frente. Um chuchu daqueles que só criticam os que conhecem pessoalmente ...

Este é Fernando Medina, aproveitando esta dramática situação para fazer esta campanhazita, carregando uma bilha de gás com jornalistas atrás. Estou a descrever, não critico (eu não conheço Fernando Medina pessoalmente, como tal não o devo criticar - ainda que estes socialistas/bloquistas critiquem tudo o que mexe sem o conhecer). E não adjectivo.

Apenas deixo isto, como outros o deixam. Este é Fernando Medina, é o presidente da câmara de Lisboa, é do PS, é um putativo sucessor (e faz por isso) de Costa. E anda agora em campanha, a fingir que distribui bilhas de gás pelos munícipes em dificuldades.

Agora vou ali fora fumar um cigarro. Pois me enervei. Porque nem critiquei nem adjectivei. Apenas descrevi.

(F....-se, como se pode ter um mínimo de dignidade e pactuar com isto?)

A guerra no Norte de Moçambique

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O ataque em curso a Mocimboa da Praia  é o maior cometimento do movimento fascista islâmico em Moçambique, e é prenúncio de um verdadeiro descalabro. Ao que se noticia os terroristas (convém explicitar que a imprensa simpática a este movimento terrorista, moçambicana e estrangeira, continua a denominá-lo pelo afável termo de "insurgentes", uma simpatia que advém tanto por deriva multiculturalista como por ser financiada por grupos económicos simpáticos à causa do integrismo islâmico) ocuparam hoje a vila, chegando a içar a bandeira. A fragilidade da soberania - apesar dos apoios militares mercenários russos - face à expansão das movimentações desta guerrilha fascista é notória. Pois se já Mocimboa pode cair que nos trará o futuro breve? ....

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Continua a haver várias interpretações, incompetentes e desonestas, sobre o conteúdo deste movimento armado. Desde as teorias conspiratórias, que apontam como causas os interesses "multinacionais americanos" - como é tradicional nos imbecis - ou a "Frelimo", como é típico da paranóia, rebuscando teses sobre as estratégias esconsas das tais "multinacionais americanas" dedicadas à exploração dos recursos energéticos no norte do país. Até às interpretações vazias,  que doutoralmente apontam a "pobreza" e a "exclusão" como causas deste processo.

Deixemo-nos de coisas. Este é um movimento fascista (o "ur-fascismo") de cariz teocrático. Tem dinâmicas internacionais, de recrutamento e organização. Foi induzido e dinamizado por várias elites económico-religiosas islâmicas do Índico ocidental. E tem profundas cumplicidades, até por temor, com sectores islâmicos muito mais moderados, tanto no país como no estrangeiro. Ou seja, o fascismo islâmico, tanto naquele recanto nortenho de Moçambique, como em largos contextos em África e alhures, tem a cumplicidade, estratégica ou meramente defensiva, de vários sectores político-económico-religiosos islâmicos. Uma "direita" e um "centro-direita" islâmicas, se se quiser manter a analogia.

Estas são também as inimigas. Talvez as principais. Por mais carregadas de capital que surjam, e disponíveis para o "investirem" sem os limites impostos por ditames de "condicionalidade política", como foi sendo prática dos países e até sociedades da União Europeia. E por mais difusoras da retórica do Islão "religião da paz". O que, de facto, desde a sua origem, não é - e por mais que a docência marxista multiculturalista, corrompida, o negue, a história do islão recente e antigo é uma sucessão de crescentadas. Escravistas, já agora.

Agora venham os supersticiosos, obscurantistas, ignorantes, crentes nas patetices religiosas, em mezinhas e deuses patéticos, dizer-me que estou a falar contra a religião muçulmana. Não estou. Estou a falar de política. E de décadas de cumplicidade das elites muçulmanas, dos núcleos enriquecidos muçulmanos, com estes movimentos fascistas. São eles os inimigos, não apenas estes infectos terroristas a fugirem-se de campónios miseráveis.

Crónica dos dias do COVID (16): Bruno Lage e Portugal

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O ano passado o Benfica, atrasado no campeonato, mudou de treinador, promovendo Bruno Lage. Então desconhecido, algo jovem (ainda que, de facto,  já quarentão), Lage não só teve enorme sucesso desportivo como colheu generalizado agrado: bom discurso, plácido, elegante. E inteligente. Bem diverso do vigente no mundo do futebol, e também no agreste discurso público português. Na hora do triunfo teve uma saída que foi aclamada como exemplar, ao dizer que "Se vocês se unirem e tiverem a força e a exigência que têm com o futebol nos outros aspetos do nosso Portugal, da nossa economia, da nossa saúde, da nossa educação, vamos ser um país melhor".

Tem razão, os portugueses são muito exigentes com o futebol (qualquer pessoa que tenha vivido no estrangeiro pode, por comparação, perceber como a nossa cultura está futebolizada). O  dos respectivos clubes. E o da selecção, na qual me centro para a analogia que procuro (e que as declarações de Lage alimentaram). Pois longe vão os tempos dos elogios ao "brilharete" dos "magriços" de 1966, que duraram 20 anos, constantes na imprensa portuguesa. Desde há décadas que se exigem triunfos à selecção. Queremos que ela ganhe aos outros. Que seja mais pressionante, mais bem sucedida, mais sortuda, mais estratégica e mais táctica, mais forte e mais artística. Ou seja, que ganhe seja lá como for. Não queremos que Cristiano Ronaldo seja tão bom marcador como Higuaín ou Benzema, mas que marque mais. Que Rui Patrício defenda tantos penalties como Neuer ou De Gea, mas mais um pelo menos. Que Pepe corte tanto como Sérgio Ramos, mas mais. Que Moutinho ou Bernardo sejam tão funcionais como Pogba ou Hazard, mas mais, muito mais. Por isso o engenheiro Santos é tão gostado, pois ganhou não apenas uma mas duas vezes. E por isso Queirós, que sossobrou diante de uma enorme Espanha com um golo fora-de-jogo, anda pelos longínquos e secundários estrangeiros, mal-amado aqui. Tal como Paulo Bento, que perdeu uma meia-final nos penalties.  Pois somos mesmo exigentes com a nossa selecção. 

O troféu que deparamos agora é uma luta terrível contra o Covid-19. Tivemos tempo para nos preparar o melhor possível. Mas preparámo-nos como os nossos parceiros, ao mesmo ritmo que a França de Pogba, a Espanha de Sérgio Ramos, a Bélgica de Courtois, etc. Não fomos mais rápidos, não fomos mais pressionantes, não  fomos mais argutos, não fomos nem mais estratégicos nem mais tácticos. E temos menos meios, menos jogadores, menos campos (o racio de camas hospitalares per capita é muito pior, o serviço de saúde pública é menos capacitado em termos infraestruturais). Mas ainda assim reina a ideia de que o governo (e o Estado) esteve globalmente bem. Apenas porque não somos exigentes com as coisas reais - e até com estas dramáticas - como o somos na "bola".

Diante desta verdadeira crise reina a congregação, entre compatriotas e residentes. E há quem apele ao acriticismo, à suspensão do olhar crítico. Certo, há uma necessidade (executiva mas também espiritual) de coalizão. Mas isso não implica a suspensão do olhar crítico, nem deve convocar a amnésia futura. Algumas coisas poderão ser lembradas, outras avisadas. O aviso que tenho, e é por deformação profissional que me ocorre, é que todas as sociedades convocam bodes expiatórios (e já brinquei com isso). Se o drama for grande, como se anuncia, a comoção convocá-los-á. E sempre de forma injusta, até aleatória. Sejamos racionais, na avaliação futura do que se passou. Mas também, de modo mais comezinho, efectuando  de modo mais plácido essa expiação: o humor sobre os dignitários agora em voga, políticos e funcionários destacados, é por muitos criticado como indigno. Julgo que não, julgo mesmo que é a melhor forma de deixar fluir esse resmungo social. Muito mais justo do que as furibundas piras a posteriori.

Outras coisas poderão ser lembradas, para crises futuras mas, acima de tudo, para avaliação de quem nos governa (nos governos e nos altos postos do funcionalismo) e de como o regime está estruturado, tanto em termos formais como em termos de redes de relações sociais que alimentam o poder. O Presidente esteve péssimo, ainda que possa vir a recuperar o seu fito único, a popularidade. Esteve horrível. E também isso, essa sua deserção intelectual e política, vem valorizando António Costa. Este muito aprendeu com os efeitos da inenarrável postura que teve na dramática crise dos incêndios florestais (e com a pantomina da pequena crise militar com o "affaire Tancos"). E tem discursado bem, dando segurança à população. Para além disso, as medidas tomadas pelo governo são, mais dia menos dia, similares e contemporâneas às dos países nossos vizinhos. O que aparenta legitimar a pertinência do ritmo das decisões estatais.

Mas isso não é suficiente para projectarmos o futuro. Repito, tivemos tempo para nos preparar de modo mais eficiente, mais lesto, do que os nossos vizinhos. Mas temos responsáveis da saúde que despreocuparam a sociedade em relação ao que se passava na saúde pública mundial, que nos isentaram de riscos. E temos uma ministra da agricultura que saudava as hipóteses que a nova gripe abria para nossas exportações. Já a vizinha Itália sofria e os nossos responsáveis pela saúde negavam a gravidade da situação - não se preocupem, nós avisaremos quando houver motivo para isso, dizia a ministra da saúde. Há nisto uma enorme incompetência intelectual, uma incapacidade para prever e planificar que ultrapassa o aceitável. E há também uma mundividência anti-democrática, estapafúrdia no mundo actual hiper-comunicante, o de "evitar o pânico" através do sonegar de informação à população. E que é inadmissível no Portugal democrático actual.

E, num momento em que o auto-confinamento da população era urgentíssimo, houve um verdadeiro desvario.  Na semana anterior ao governo fechar as escolas (de modo já tardio) a directora da saúde protestava com a própria escola das suas netas por ter encerrado as aulas. As universidades públicas, alertadas, começaram a fechar. Mas nem todas: numa universidade pública do centro de Lisboa a reitora não o fez, ao contrário das suas congéneres, por esperar a deliberação da direcção-geral da saúde. Que levou alguns dias. É um mero exemplo do tergiversar, que neste momento é inadmissível. Tal como o foi o patético e descabido atraso do encerramento escolar devido a uma reunião de um absurdo conselho de saúde pública, pejado de dezenas de figuras excêntricas à problemática, após o qual surgiu Jorge Torgal, veterano da cooperação com Moçambique, enfileirado com a directora-geral e a ministra da saúde, a negar a realidade. Como logo se viu. 

Para quem se recuse a reconhecer isto, a incapacidade de céleres decisões de ruptura: a minha filha adolescente tinha viagem marcada para a Jordânia, onde vive sua mãe. No dia 9 de Março esse reino tinha proibido a entrada de viajantes provenientes de Espanha, Itália, França e Alemanha. E a vizinha Israel proibira a entrada de estrangeiros. Ao invés, dois dias depois os passageiros de paquetes turísticos ainda desembarcavam em Lisboa, para a jornada do agora sacrossanto turismo. Por essa altura um deputado e dirigente do BE, que continuará a ser ouvido e influir em assuntos importantes no nosso devir, clamava que o encerramento de fronteiras era projecto da "extrema-direita". Onde está a racionalidade do Estado e dos políticos, diante da inércia e do disparate?

De facto, o que aconteceu foi que foram os próprios cidadãos, múltiplas instituções privadas e mesmo públicas e as famílias, que começaram o processo de recuo, de necessário resguardo. Adiantando-se ao Estado, e seu governo, e a estes compelindo à acção. Foi a sociedade - os tais indivíduos que os governantes temiam que entrassem em pânico - que se foram adiantando a um Estado moroso, inábil. Todos olhamos e criticamos as "festas Coronas" e as idas à praia dos alunos universitários. Mas estas aconteceram por falta de uma avisada política de informação - e mesmo de propaganda [os "influencers" do youtube que Marcelo corteja, os campeões de futebol, as figuras da TV e etc, foram agora chamados para apelar ao recuo da população? Nada, nem uma acção dessas, nem a norte nem a sul do Sado, diante do silêncio e inaptidão da ministra da cultura] - e são menos significantes do que todos os esforços pessoais e familiares feitos em relativa autonomia do Estado.

Ou seja, muito podemos falar sobre o desinvestimento estrutural no SNS. E elaborar sobre as causas disso - que mais do que o maquiavélico projecto das iniciativas privadas é o da incapacidade de diferenciar os processos internos ao Estado e seu alto funcionalismo -, que é um processo de regime, não deste governo. Mas, num outro âmbito, mais imediato temos que encarar que a forma como esta crise anunciada, este "crónica das mortes anunciadas", não foi suficientemente abordada. E que não são boas conferências de imprensa, entrevistas ou discursos do político António Costa que o poderá elidir. Esperemos que os resultados não sejam excessivamente dolorosos. 

Quer este postal resmungar e pedir a cabeça de Costa e do PS? Não. Julgo, sinceramente, que após esta crise - e até porque compatível com o calendário eleitoral - um homem como Rebelo de Sousa tem que abandonar o posto para o qual, em má-hora, o elegeram. Mas nas questões do poder legislativo e executivo são bem diferentes as conclusões que se podem perspectivar. Temos que ter melhores pessoas nos postos importantes (tem sido um rosário de desajustes ministeriais) e isso implica outros funcionamentos partidários. E temos que enfrentar a confusão "regimental", aligeirar a democracia - o caso do tal conselho de saúde etc. e tal é demasiadamente pungente para poder ser esquecido.  E, francamente, governar menos por "consenso" e mais com "rupturas". Porque foi, muito, essa apologia do "consenso" que conduziu ao rame-rame.

Em suma, se formos tão exigentes com a sociedade e sua política como somos com o futebol, deveremos agora obedecer às regras e às instruções estatais. Mas não nos podem pedir que aplaudamos quem não ganhou. Podemos respeitar o esforço, reconhecer o empenho. Mas devemos procurar um  melhor plantel, exigir um competente "scouting". Mesmo que mantendo o treinador. (Mas nunca o presidente, repito-me, exasperado).

Crónica dos dias do COVID (15)

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Este penoso período covidiano provocará algumas melhorias. Não tanto o advento do pós-capitalismo ambientalista, como aventam alguns bloco-(pós)comunistas de quarta linha. Nem a lei única do omnipresente/omnisciente Deus Mercado, vigoroso e frenético como Zeus/Júpiter e comandante como o Jeová do Velho Testamento, como oram Alberto Gonçalves e alguns iurdo-liberais.

Mas haverá melhorias, pormenores menos sistémicos. A primeira que antevejo é a do desaparecimento da irritante mania de chamar "viral" a qualquer mesmismo apatetado.

Os utópicos até poderão acalentar o sonho de que se reduzirá a patetice. Mas isso serão os utópicos. Sempre enganados.

Crónica dos dias do COVID (13): o humor

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Nestes dias é torrencial o humor, vagas de piadas, cartoons, filmes, fotomontagens, do mais brejeiro ao candido, do "humor negro" (se ainda se pode dizer isto) à piadinha de salão, é uma magnifica catarse, de facto trabalho (quase sempre) gratuito e, mais do que tudo, anonimo. A "dádiva e contra-dádiva" como moral de relacionamento.

Nisto tudo a minha maior gargalhada jorrou com a que me lê a mais-nova, aqui ao lado em Nenhures: "depois de oito dias de reclusão os betos já tratam os pais por tu!".

Crónica dos dias do COVID (12): e eu?

(Unforgiven, cena da morte de Little Bill).

Isto não será tão terrível como os relances aos abismos dos nossos medos anunciam. Mas vou, na insónia, sombrio. Sem histeria, sem preces porque ateu. Sombrio. A minha preocupação é a minha filha, felizmente já aqui ao lado. E o rancho de sobrinhos(-netos), os do futuro. Depois, pois não falo de hierarquias de amor, a minha mãe, casais de irmãos, parentela espiritual. Vou, assim, como (quase) todos irão. Num passo à frente, pois coisa diferente, o meu país e a minha paixão Moçambique, este tão mais frágil se isto for tão péssimo como a insónia o teme.

E eu, cinquentão fumador? Um algo venha o que vier. O qual sempre imagino assim, revendo-me, e não só agora: Gene Hackman é um desatinado, truculento. E, acima de tudo, um péssimo carpinteiro que se meteu em patética auto-construção. Clint é o demo justiceiro. E vai matá-lo a sangue-frio. E Hackman diz (-lhe/nos) "eu não mereço isto! Estou a construir uma casa!".

Clint Rules. E o merecimento nada tem a ver com isto. Nem o auto-convencimento ...

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