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Nenhures

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Cartas de Eça

cartasdeecaque.jpg

Aqui  na estante residente encontrei este exemplar de "Cartas" de Eça de Queirós - edição Aviz, de 1945, apresentada como "contribuição para o centenário" do autor, ladeando o "A correspondência de Fradique Mendes". Também há lá em casa mas como o lera deixo o "Fradique ...", esse coisa magnífica, para depois e avanço. Concedo, será interessante para quem estude (ou vá curioso) sobre aquele tempo, nas dinâmicas da "Tertúlia Ocidental" e suas ramificações. Mas para os outros, vulgares leitores? 365 páginas, centos de cartas, um doutor Queiroz queixando-se de editores, com mal-entendidos e até pequenas e meneantes picardias com seus "pares", repetindo-se em esclarecimentos que permitem pensar em tibieza própria, resmungando dinheiros pretendidos ou devidos, solicitanto aqui ou ali uma atenção e até "cunha" junto ao poder. Interessou-me apenas duas ou três breves cartas, mas com prosa até pungente, pois em excessos de louvores, solicitando colaboração a António Ennes - que foi naquele tempo realmente um intelecto extraordinário - para uma revista. Mas de Eça? Pouco ou mesmo nada. 

De facto, os escritores nada interessam, pobre gente que por aqui anda, como os outros. Apenas os seus livros valem. Quando valem. Ou seja, sigo para (terceira vez) do "Fradique".

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