17
Fev21
O novo Presidente do Tribunal Constitucional
jpt
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Gosto dos EUA. Muito por causa de alguns de lá, bem diferentes entre si. São minha vida: Clint, claro. Lou Reed, sempre. E Susan Sarandon, pois "hei-de morrer assim". Alguns outros também.
Por cá também muitos outros gostam dos EUA. Basta ver como julgam ser derbi local, Sporting-Benfica, um qualquer jogo Biden-Trump ou similar, pois sobre tal tanto espumam nos teclados como se disso dependesse o destino dos respectivos impostos. E do horário das sacristias.
Então se tanto se gringam, ainda que apenas "latinos", conviria lembrarem-se de uma coisa lá daqueles: quando alguém é apontado para qualquer posto muito relevante só é nomeado depois de cruéis zaragotoas (oficiais) lhe vasculharem o passado. Pessoal, profissional, político. Nisso o que foi proferindo, diatribes ou prelecções. Isto é por cá sabido. Pois ainda há poucos meses punhados de "latinos" luso-descendentes por cá discutiram, com afinco, o perfil passado de uma qualquer juíza americana ("wasp"?) apontada para um qualquer lugar pelo seu presidente.
Enfim, este arrazoado vem a propósito disto: se as gentes de cá tanto se gringam, poderiam perceber que é perfeitamente normal que se recuperem e discutam ditos e textos de um novo presidente do Tribunal Constitucional. Goste-se ou não das zaragatoas. Ou dele.






