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Nenhures

Nenhures

15
Out21

Bartleby e o Covid

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É preciso algum desplante, ou mesmo muito, para que um leitor mediano julgue poder dizer algo de novo sobre o incuravelmente desamparado escrivão Bartleby, o tal dito arauto da terrível modernidade, essa do desânimo feito miséria, algemado ao (in)consequente “I would prefer not to”, tornado verdadeira "fobossofia" de vida por mais que aparente um registo meditabundo, por tantos julgado essência do renunciante.

Apenas noto que regressei ao livro neste Covidoceno e senti-o qual premonição das derivas que esta malvada era potenciou: não foi Bartleby - alimentado a meros biscoitos de gengibre e "sentinela perpétua no seu canto" - ao forçar-se inquilino do escritório, tornando-o seu desalmado lar, o verdadeiro precursor deste "teletrabalho" doméstico que agora grassou, para remediado e inane encanto de tantos bartlebys?

Mas mais ainda sendo prenúcio do que agora adveio, pois não foi ele imóvel, sentado na "escrivaninha junto a uma pequena janela lateral ... que primitivamente oferecera uma vista lateral de pátios sujos e muros de tijolos, mas que devido a construções ulteriores não tinha neste momento qualquer vista, embora fornecesse alguma luz. A cerca de um metro dos vidros da janela havia um muro, e a luz vinha muito lá de cima, por entre dois altos edifícios, como se tratasse de uma pequena abertura numa cúpula", nesse seu incessante "em devaneio frente à parede cega", no qual a tudo "preferia não o fazer", o anúncio de todos nós, trancados diante da parede cega de ecrãs feita, entre a profusão de televisão e o frenesim das redes sociais, tudo apenas na aparência de sermos e nisso até agirmos?

Seremos nós, assim, ainda dignos da melancólica piedade de um patrão (que nós mesmos se possível, naquele sonho mito do "patrão de mim mesmo") resistente e benfazejo? Ou talvez já nem isso, pois "Para um ser sensível, a piedade é, não raras vezes, sofrimento. E quando finalmente entende que uma tal piedade não pode levar a uma efectiva ajuda, o senso comum obriga o espírito a ver-se livre dela." Ou seja, estaremos já desempregados? Inúteis? Desamparados?

[Uso a tradução de Gil de Carvalho, publicada por Assírio & Alvim, 1988]

23
Set21

Portugal ganhou com o Covid-19

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"Ganhámos com o Covid-19", vangloria-se o secretário de Estado da Modernização Administrativa. Quando a epidemia aportou à Europa tivemos uma ministra da Agricultura a perspectivar que isso seria bom para as nossas exportações - mostrando bem o quão "a leste do paraíso" estava o Conselho de Ministros desta questão. Depois tivemos muitas decisões e discursos erráticos. Em Janeiro, quando éramos o pior país do mundo em termos absolutos, também tivemos um oficial de comunicação [ex(?)-jornalista] de uma universidade pública a ter muito sucesso ao consagrar a ministra da Saúde como "Super-Marta". Por esta... ter invectivado uma jornalista que a questionava sobre a tétrica situação que vivíamos. Em Maio apanhei o deputado Pinotes que, enquanto comentava futebol, clamava "está tudo a correr bem". Nem duas semanas depois viu-se, no regresso a medidas de controlo. Ou seja, para estupor e vil demagogia estaríamos já vacinados. 

Mas agora, no nojento afã demagógico de vésperas de eleições, vem-me este clamar isto. Em cima de tudo o que aconteceu, dos mortos e sofrimentos, das falências e desempregos, das mágoas e máculas, vem-me este tipo dizer "que ficámos bem na fotografia". No meu tempo um tipo ouvia uma coisa destas e respondia-lhe como deve ser, aludindo à imoralidade materna e/ou pendor anal do locutor. Mas agora não se pode, dizem-nos "preconceituosos", "fóbicos". Fica assim, então, o pior, mais peludo e abjecto dos insultos: Eurico Brilhante Dias!

23
Set21

Ainda os insultos a Ferro Rodrigues

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(Homem com altifalante, Correio da Manhã, 10 de Agosto de 2014)

Levantou celeuma o episódio dos recentes insultos a Ferro Rodrigues proferidos - enquanto o Presidente da Assembleia da República almoçava com família e próximos colaboradores - por um grupo de adversários das vacinas contra o COVID-19. Li e ouvi vários exigindo averiguações e processos jurídicos contra os manifestantes. Muitos negaram - como se nisso agravando a situação - o carácter espontâneo afirmando-lhe dimensão organizada e até tutelada. E foi notório que vários implicitaram ou explicitaram ser aquilo o "ovo da serpente", um ataque inaudito à democracia. Nisso exigindo-se um procedimento criminal. Ouvi mesmo, num programa de produção de opinião política, a secretária-geral adjunta do PS e dois antigos dirigentes do PSD e do CDS clamarem por um processo contra os manifestantes, afirmando um "crime público" e até criticando, ainda que moderadamente, Ferro Rodrigues por não ter apresentado queixa.

Sobre isso aqui botei o "Mulher com Altifalante", recordando processos similares ocorridos há meia dúzia de anos, e que não vêm sendo considerados pelos produtores de opinião como o primeiro passo na escalada para o fascismo. E li ontem um texto muito interessante, muito informado, de Carlos Guimarães Pinto: "Lágrimas de Blocodilo". É uma memória preciosa, até porque explicita fenómenos similares aos que aconteceram agora com Ferro Rodrigues mas com implicações políticas muitíssimo maiores.

Transcrevo um excerto: "Insultar ou ameaçar durante uma visita oficial ou atividade política já é condenável, mas fazê-lo enquanto a pessoa está num momento da sua esfera privada é muito mais grave porque rouba à pessoa o direito a ser mais do que político. Reprimir esse direito é uma forma desumana e antidemocrática de condicionar a ação política.

Este caso fez-me lembrar outro já com nove anos. Passos Coelho saía de casa com a sua mulher e filha de cinco anos quando um grupo de pessoas que o esperava à porta de casa se aproximou deles para o insultar. Chamavam-lhe assassino por causa das portagens na Via do Infante (que estariam a causar acidentes mortais na EN125). A filha, assustada pelos insultos, começou a chorar. Tal como no caso de Ferro Rodrigues, a segurança pessoal evitou males maiores. Nessa altura, poucas vozes se levantaram à Esquerda para condenar o sucedido. Pelo contrário, no ano seguinte o BE publicitou um novo protesto à porta da casa de Passos Coelho. O responsável pela organização do protesto acabaria eleito deputado pelo BE. A intrusão violenta na esfera privada não só não foi condenada como foi institucionalizada, incentivada diretamente por um partido e o seu organizador promovido dentro desse partido. Nessa altura acharam que valia a pena insultar e intimidar um pai que levava a sua filha à praia por causa de uma portagem. O organizador tornou-se deputado em 2015, aprovou vários orçamentos, mas a portagem continua a existir. Não se lhe conhecem protestos junto à casa de férias de Costa a chamar-lhe assassino por manter a portagem."

O texto peca por não nomear o indivíduo a que alude - o que é nítido eco de um traço cultural português, o de elidir o "nome dos bois". Eu não me lembrava destes episódios, naquela época vivia no estrangeiro e ter-me-ão escapado. Por isso fui agora procurar informações sobre o assunto. E pelo que percebi o putativo organizador dessas arruadas insultuosas, depois elevado a deputado, chama-se João Vasconcelos. Será ele um agente do fascismo? Têm a palavra os indignados.

14
Set21

Mulher com Altifalante

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(Mulher com Altifalante, Escola de Vermeer, c. 2010-2020)

Sobre estes anti-vacinas já aqui botei o que me é suficiente, resmungando a histeria ignorante que os imobiliza, seja nisto do Covid-19 seja nas restantes doenças. E  muito me indignei quando antes do processo de vacinação surgiram alguns patetas a propagandearem contra a participação nesse passo sanitário - a primeira pessoa que vi nesse disparate foi Maria José Morgado na tv. Mas, mesmo considerando estes anti-vacinas um coro de coirões, entendo que é muito diferente discutir a vacinação da população em geral ou a das crianças, o que não significa que acredite eu que a Pfizer e congéneres sejam os Herodes actuais.
 
Dito isto, leio muita gente muito ofendida porque 30 ou 40 desses maluquinhos anti-vacinas, em estado de histeria aguda, foram ontem à porta do restaurante onde comia Ferro Rodrigues. E ali se fartaram de emitir perdigotos e de gritar impropérios, com altifalante ou a plenos pulmões, ao actual Presidente da A.R.
 
 
 
(Pedro Passos Coelho, protestos na Feira do Livro em 2012)
 
Face a isso as pessoas "bem-pensantes" ofendem-se, clamam a inadmissibilidade desta "arruada", dos insultos e da agressividade. E a partir dela reafirmam o perigo iminente do fascismo. Porventura detectam a insidiosa mão do prof. Ventura. E presumo que até reconhecerão o espírito de Steve Bannon, conluiado com o de Farage, já para não falar do halo magiar, e mais demónios que haja.
 
Enfim, eu lembro-me destes agora ofendidos a saudarem outras pequenas arruadas "espontâneas", dos seus perdigotos e insultos, perfeitamente descabidos. Como esta, na simpática Feira do Livro lisboeta. Nesses momentos os tais aos quais agora doem os joanetes encontravam virtuosas aquelas acções genuinamente populares, denotativas do sentir das boas e sofridas gentes. E já nem falo de ver centenas ou milhares de manifestantes carregar sobre a Assembleia da República, em pancadaria com a polícia ali convocada para defender a sede da democracia. Com as gentes da "esquerda" saudando o vigor e rigor democráticos que brotavam daquelas "acções populares".
 
Ou seja, toda esta hipócrita incoerência dos patetas que por andam a clamar a inadmissibilidade de se incomodar o presidente da AR é muito mais grave do uma velha gorda aos gritos num alto-falante. Ou então tudo se resume a ser virtuosa a gritaria contra o PSD (o Demónio) e malévola a contra o PS (o Espírito Santo). 

20
Ago21

O "Público" despublica

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Em Abril de 2020 estávamos confinados, e a maioria muito ansiosa com o Covid-19. Nisso muito se lia e debatia sobre o assunto. No dia 15 o epidemologista Pedro Caetano publicou no "Observador" um texto veementemente crítico dos discursos dominantes em Portugal, manuseando os dados estatísticos para afirmar que se escondia uma situação gravíssima. 

Foi um clamor generalizado, e nesse dia o texto foi mais pontapeado do que defendido, com enorme arreganho, coisas do ambiente tenso que então se vivia. E muitos atacaram o jornal por o ter publicado - lembro-me de ter lido um jornalista (que fora o mais activo nos blogs entre o jornalismo português) defender que o "Observador" não deveria ter autorização para... existir. E do meu nojo diante de tal afirmação vinda de um jornalista, mas percebendo-a denotativa da mundivisão socratista, linha essa em que esse se perfilhou sob o capuz de "independente". Em suma, foi um dia em que muito se bateu no cientista e no jornal, este dito de "extrema-direita" e, como amiúde implicita Pacheco Pereira, mero instrumento de grupos económicos. 

No dia seguinte o "Observador" publicou um artigo do biólogo João Correia. Também ele manuseando os dados estatísticos (e uma bela ironia, já agora) opôs-se explicitamente ao artigo da véspera, dando uma visão bastante diferente da situação sanitária do país. E, claro, também esse texto foi bastante discutido na imprensa, blogs e no eixo FB/Twitter (e muito louvado, diga-se, pois também terá servido um pouco de paliativo para as nossas angústias de então). Ainda assim eu não li um elogio que fosse à estratégia editorial do jornal de apor visões tão opostas sobre assunto tão candente. Mas pelo menos nesse dia não vi apelos ao seu encerramento e alusões à sua esconsa agenda fascizante. 

Ontem o jornal "Público" publicou um artigo do médico Pedro Girão. Avesso à vacinação dos menores - o que é uma posição legítima -, e clamando a falta de comprovação científica das vacinas - o que sendo uma atoarda é legítimo de ser dito, pois não viola deontologia nem é calúnia. É certo que o "Público" tem todo o direito ao seu critério de selecção editorial, mas este texto foi publicado. Assim, e se afinal contrariada, a direcção do jornal poderia ter vindo afirmar a sua discordância com o seu conteúdo. Ou poderia ter escrito ou induzido a escrita de um texto mais informativo de teor inverso, até explicitamente crítico. Mas não, o jornal "Público" sob o director Manuel Carvalho, pura e simplesmente apagou o texto ("despublicou-o", neste falsário jargão de agora). 

Convoco o exemplo de Abril de 2020 (também sobre o tema Covid) para, na comparação, ilustrar como este episódio de ontem tanto demonstra um jornal a bater no fundo, e com estrondo. E esclarece bem o tipo de mentalidade dos seus leitores, que isto aceitam. Pior ainda, mostra o teor colaboracionista dos seus "colaboradores" - que se os jornalistas da casa têm de ganhar o salário já os "colaboradores" não têm qualquer desculpa para pactuar com coisas destas. Quanto ao "grupo económico" por detrás do "Público", isso já é matéria para as elaborações de Pacheco Pereira.

15
Ago21

Voltaren

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Na sempre aziaga sexta-feira 13 tombei, inopinadamente, sob a urgência dos unguentos. Acabrunhado pelo império da radiculite fiquei à mercê de mãos caridosas, as quais me aspergiram com a última edição da "Visão", boletim que nunca leio - à excepção da sua excelente (fora-de-)série "Visão História", que sempre recomendo.
 
Assim sendo, neste meu imobilismo desalentado, deparei-me com uma entrevista a José Pacheco Pereira (publicitando um novo livro, o que não sendo soez é característica...), cuja retorcida argumentação muito acalentou os sintomas dos meus "bicos de papagaio". Mas tenho de ser justo, ali deparei também com uma belíssima crónica, "O avô António e um restaurante à beira da estrada" de Dulce Maria Cardoso, uma pérola rara nos periódicos nacionais, um verdadeiro Voltaren moral adequado os meus actuais padecimentos. Se não encontrardes a revista acorrei à pirataria pdf e lede o texto...
 
Madrugo hoje, insone de incómodo, e noto que no pavilhão vacinatório de Odivelas a turba rodeou o vice-almirante Gouveia e Melo, apupando-o e apodando-o de "assassino". Uma vera feira medieval, moles ululantes feitas de corcundas, raquíticos, alguns leprosos camuflados, desembarcados das "naves de loucos", suplicantes, um ou outro escravo eslavo, bruxas, pernetas, prostitutas e manetas, "endireitas" agitadores, pajens pernósticos, frades demoníacos, agentes de Castela e Aragão, mendigos ladinos e quantos mais, e isto enquanto os israelitas se escapavam, lestos, desde logo sabendo que a procissão irá sobrar sobre eles... É assim na capital do Reino.
 
Por cá, na vila a Sul do Tejo, narram-me o que se passa na vacinação. Inoculadas que foram todas as gerações mais velhas, sem preocupações nem incidentes, chegou agora a vez dos jovens, os dezoitonários, mancebos e mancebas... Que vêm acompanhados das mães, pedem apoio qual recobro sofrido, neste chegam a desmaiar, e é tamanha a histeria que - e só agora, apenas para esta leva júnior - se instalaram colchões no chão do pavilhão para que recuperem da "agressão" vacinatória.
 
De todas estas desvairadas coisas logo se soube alhures. Ao largo da costa aprestam-se os barcos bárbaros, velame já visível desde o promontório, e da raia chegam novas de que se agitam os berberes. D'El-Rei nada se espera, cirandando como sempre...
 
E eu, amarfanhado por este grifo que me acomete, feneço. Pois, afinal, não há Voltaren a dar-lhe.

11
Ago21

Modas Académicas

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Noutra rede social, mais dada a questões profissionais, vejo o anúncio de um webinair austral dedicado ao tema "Mulheres investigadoras de ciências sociais na época do Covid". Sinto-me. E logo escrevo a amigo-colega, também transhemisférico, convocando-o a que organize ele, académico de renome, um outro webinair sobre "Homens (quase) velhos investigadores durante o Covid-19".
 
Ele ri-se e responde: "seria expulso do campus". E não é que deve ter razão?

 

12
Jul21

Reservado o Direito de Admissão

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Quem me conhece (ou tem paciência para as minhas bloguices) sabe que não sou o que vem sendo dito, estuporadamente, um "negacionista". Nem no que peroro nem na minha vida pessoal. Mas isto é totalmente inaceitável! O Estado perdeu a cabeça, as pessoas perderam os critérios.

Insisto, repito-me: vivemos um caos intelectual no poder (histriónico no PR e no Presidente da AR, mais soturno no esquivo PM, patético nos menores). Uma população angustiada e - de facto - alienada. Há cerca de um mês o nosso Ministro dos Negócios Estrangeiros (o ministro dos negócios estrangeiros, friso!!!!) ameaçava o governo do Reino Unido com retaliações, insultava-o de incompetente seguimento a "irrelevâncias estatísticas", desde então um número de prostitutos das letras a louvarem o extraordinário trabalho do PS/governo (o deputado Pinotes no seu part-time de comentadeiro da bola a clamar há quinze dias "está tudo a correr bem" é um exemplo inqualificável...), o país convocando os turistas da bola e das praias. E agora isto?! À revelia de lei e de ética e de bom-senso? Como é que é possível que se aceite isto? Isto não é loucura, é estupor.

09
Jul21

Para Salvar o António Cabrita

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O António Cabrita - poeta, prosador, guionista, crítico, conferencista na boa versão palestrante, professor, e sei lá mais que talentos vem distribuindo, para além de homem encantador, e esta até é a sua melhor faceta, "não desfazendo" nenhuma outra, raisparta - emigrou há anos para Maputo.
 
Foi lá agora re-hospitalizado, a enfrentar o maldito Covid-19. Mas o seguro de saúde acabou. E a sua condição exigirá mais quinze dias nos cuidados intensivos. A 1000 euros diários.
 
O Cabrita é um tipo porreiro (um homem magnífico, se mantendo o tom) e tem imensos objectivos e talentos. Mas nenhum deles o conduziu a acumular "redes" e dinheiro. Assim a questão é simples: ou o ajudamos ou o homem morre.
 
Eu vou dar o que não tenho. Peço-vos, conheçam-lhe a obra ou não, por favor botem algo para o safar. E de modo urgente. Senão o homem morre-se(-me).
 
 
ADENDA: a Teresa Noronha, mulher do António Cabrita, acaba de avisar que as contribuições obtidas na sequência de vários apelos no último dia e meio já somam a quantia necessária. E agradece a todos a solidariedade.
 
[Por isso apagarei deste postal os números das contas bancárias].

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