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Nenhures

Nenhures

Morreu Artur Ferreira

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A Ceifeira é infatigável. Agora morreu o Artur Ferreira. Decano fotojornalista de automobilismo, com centenas de GP's de F1 no arquivo e inúmeras histórias desse meio, vivia como os bólides que fotografava: terá sido o homem mais acelerado que conheci. Um verdadeiro globetrotter, numa personagem peculiar e com uma mundivisão muito própria que não se coíbia de afixar.
 
Conheci-o em 1997 quando foi a Maputo apresentar uma exposição fotográfica, enorme, a "Por esses Oceanos ao Encontro de Culturas". Fez-se na Associação Moçambicana de Fotografia, então apenas a parte africana do acervo. Voltou depois, e no Camões se apresentou a parte asiática. Nos anos subsequentes dirigiu várias revistas em Moçambique, entre as quais a "Índico" da LAM. Tinha uma capacidade industriosa espantosa, pois tudo isso fazia enquanto viajava constantemente, saltando de continentes como nós íamos à vizinhança.
 
Devo-lhe algo: em 1998 fui em casal à Zambézia. O Artur Ferreira estava em Quelimane a fazer uma reportagem. E deu-nos uma boleia aérea no dia em que foi fotografar os montes Namuli e o Delta do Zambeze. Teria dado uma grande crónica esse dia. Mas ficou uma esplendorosa memória.

Ilha de Moçambique em Évora

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É hoje inaugurada a exposição "Ilhéus", em Évora. São fotografias recentes de Moira Forjaz feitas na Ilha de Moçambique - a fotógrafa é autora do sempre lembrado livro "Muipiti, Ilha de Moçambique", publicado no início dos 1980s. Consta que a exposição será apresentada por Paola Rolletta e Alexandre Pomar. Coisa para os privilegiados que percorrerão o Alentejo, amanhã e nas semanas subsequentes ...

Um texto sobre Ricardo Rangel

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Há alguns anos fiz uma comunicação sobre Ricardo Rangel e este seu livro, o magnífico  e até lendário "Pão Nosso de Cada Noite". Passado este tempo quis aprimorar o que então escrevera. Acabei há pouco essa versão final, e deixei-a aqui.

Espero que possa encontrar leitores que do texto retirem algum interesse. E entusiasmo na obra do fotógrafo.

 

Ricardo Rangel

RR

Noto, agora mesmo, que há alguns dias (11.6) se cumpriu uma década que o Ricardo Rangel morreu. Já?! Está cá ainda, claro. Pelas fotografias, frutos da sua "lente pertinente". E pelas saudades que dele se têm. Eu, e decerto que muitos outros.

O seu trabalho é visitável aqui (a sua galeria digital). Na fotografia, com a sua mulher Beatrice, na varanda da sua casa, face à baía.

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