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Nenhures

Nenhures

16
Set21

Sporting-Ajax

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[Postal que não é para o És a Nossa Fé]

A vida tem-me dado boas coisas. Algumas desperdicei mas nunca quis ser forreta. Das mais preciosas são os amigos, punhados deles que me acalentam. Tive ontem mais uma prova disso, das inúmeras que já acumulo.

Um casal amigo, benfiquistas meus verdadeiros compadres, sabedores que o Sporting se estreava na Liga dos Campeões decidiu proteger-me, convidando-me para ir a um concerto. Aceitei - desde o advento do Covid que não assistia a música. Ao fim da tarde fui ter com eles. No metro vi a romaria dos adeptos para Alvalade. Entusiasmei-me. E via Whatsapp enviei o "Onde Vai Um Vão Todos!" para uma dessas listas de dezenas de amigos que uso desde a pandemia para reenviar patacoadas que são acenos. 70 ou 80 deles, sportinguistas e dos outros.

Calei o telefone. E depois, já na sala, desliguei-o. E só vi o resultado à saída do concerto. Rosnei um "raisparta". E vi as mensagens recebidas: meia dúzia de resmungos sportinguistas. E dos muitos outros apenas uma Cruela a gozar comigo. Ninguém mais nesse registo. Gente boa, não há dúvida.

E venho então aqui agradecer-lhes. E fingir a dor que deveras sinto...

03
Set21

Obrigado Benfica

jpt

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[Postal para o És a Nossa Fé]

Este Portugal-Irlanda ficará na história. Pelo histórico record de golos em selecções, mais uma marca fenomenal de Cristiano Ronaldo, esta particularmente significante. Mas também porque foi o início da nossa caminhada para o título mundial de 2022. É certo que não foi o primeiro jogo do apuramento para o Catar mas foi o primeiro após a  promessa de título feita pelo seleccionador, logo após o final da insuficiente campanha no último Europeu. E sendo Fernando Santos sempre parco em promessas destemperadas foi evidente que essas afirmações significaram que o título mundial é o objectivo, e que há a consciência, tanto no seleccionador como na FPF, da sua possibilidade muito efectiva. Assim sendo, tudo o que seja menos do que a final no Catar será um insucesso.

Este acentuado "levantar da fasquia" por parte de Fernando Santos deve ter sido pensado após a análise do quadro alargado de presumíveis seleccionados para o próximo ano. Em termos de jogadores já amadurecidos - grosso modo, de Cristiano e Pepe a Ruben Dias ou Palhinha, dos quase quarentões aos que têm cerca dos 25 anos. E também dos mais jovens já algo consagrados, e que já estavam na equipa do último "Euro" ou haviam estado nas cogitações do seleccionador - como são exemplos os jovens laterais Dalot e Nuno Mendes. 

Mas decerto que essa crença de Santos na obtenção do título mundial assenta em algo mais, num conhecimento exaustivo de jogadores que irão surgir aos olhos do grande público, "explodir" por assim dizer, e que nos próximos 15 meses virão a ser lançados na selecção, porventura até substituindo alguns dos nomes agora habituais.

Neste Portugal-Irlanda tivemos o primeiro exemplo dessa renovação da selecção, que tanto a reforçará. Foi uma vitória difícil, conseguida in extremis devido à já lendária codícia de Cristiano Ronaldo. Mas muito se deveu ao contributo de um outro jogador: João Mário - capaz do passe para o golo decisivo, tão cheio de classe e calma apesar do momento tardio (51º minuto da segunda parte), quando tantas vezes já predomina o "querer" e escasseia a calma para as melhores opções.

Excelente prenúncio. Nunca vira jogar este jovem, apenas lera sobre ele. De facto, foi algo falado durante a época transacta, tendo sido titular, como uma espécie de "maestro", da equipa do Benfica sub-23, a qual tão bons resultados obteve. Se isso não foi do conhecimento do "grande público" não terá escapado à observação da equipa técnica da selecção. Pelo que anunciava então e pelo que demonstra  agora presumo que João Mário não tenha então integrado a equipa do Europeu - apesar de ser a mais extensa das convocatórias, alargada a 26 jogadores devido às temidas implicações do Covid-19 - apenas devido à sua imaturidade. Mas bem esteve o Benfica ao fazê-lo agora ascender ao plantel sénior - não o emprestando para "rodar", o que nem sempre tem bons resultados principalmente em jogadores de fino recorte técnico como este é. E assim João Mário, tendo já cumprido uma pré-época com Jorge Jesus, treinador conhecido por tanto moldar os seus jogadores, potenciando-lhes as capacidades técnicas e a argúcia táctica, demonstra estar já "mais jogador", capaz de outros voos. Porventura até já apresentando outros indíces físicos, frutos de um trabalho atlético mais exigente do que aquele a que estava sujeito na época transacta.

Nesse sentido, e por apreço à selecção, a sempre "equipa de todos nós", e sem clubismos exarcebados, cumpre-me agradecer ao Benfica este contributo da sua formação. E ao seleccionador agradeço a sua compenetrada atenção aos jogadores seleccionáveis. Sem ficar preso a estatutos ou idades. Nem aos clubes de pertença.

17
Jun21

O Meu Sporting

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(Matadouro, Ilha de Moçambique, Maio de 2008)

Blogo desde 2003. Dessa verdadeira mania de perorar resultou uma enorme quantidade de textos, irresponsáveis pois sem objectivos, agendas ou causas que não fosse a minha vontade palradora. A alguns ainda lhes encontro sentido. Desses, juntando-lhes alguns outros publicados em jornais, fiz já seis colecções.

Ao longo dos anos fui colocando alguns textos sobre o Sporting. Há cerca de uma década integrei o blog sportinguista És a Nossa Fé!. O que aumentou a minha atenção sobre o clube e o número de textos que lhe fui dedicando. Para mim o futebol é um placebo, sarando as agruras da vida. Ou seja, quanto mais ando em futebóis pior estou, isso é garantido. E não sigo muito institucional, qual adepto modelo, desses mergulhados na vida associativa e no acompanhamento das actividades desportivas. Mas vou botando sobre o assunto, numa mistura mistura entre o adepto, que finge tão completamente que chega a fingir que é clubismo o clubismo que deveras sente, e o bloguista, que julga ser o Sporting, mais do que qualquer outro clube, um verdadeiro microcosmos do país, dos processos vigentes em Portugal. Também por isso me vou deixando levar pelas várias crises directivas do clube.

Agora fiz uma colecção de 41 textos sobre o Sporting e o futebol. Chamei-lhe “O Meu Sporting”. Quem nela tiver interesse bastar-lhe-á "clicar" no título e gravar o documento pdf.

Tal como todas as outras minhas colecções esta é uma memória, dedicada à minha filha Carolina. Pois pode ser que um dia venha a ter curiosidade sobre o que o pai andou a botar em blogs e jornais, nesta escrita inútil e desinteresseira. E se outros encontrarem motivos de interesse e mesmo prazer no aqui agreguei isso ser-me-á agradável. Bastante, mesmo, digo-o desprovido de qualquer pingo desse blaseísmo que tanto abomino.

*****

As minhas outras colecções de textos (basta "clicar" nos títulos e gravar):

1) Portugal às Avessas  (textos sobre Portugal);

2) Ao Balcão da Cantina  (crónicas sobre vivências e viagens em Moçambique);

3) A Oeste do Canal (textos sobre temas culturais moçambicanos);

4) Torna-Viagem (memórias);

5) Um Imigrante Português em Moçambique (sobre as experiências daquele quotidiano);

6) Leituras Sem Consequências (sobre livros e artistas, na sua maioria moçambicanos).

16
Mai21

Sporting e Cabo Delgado

jpt

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Há demasiado futebol na sociedade portuguesa, omnipresente na imprensa, constante no bate-boca popular, viçoso como "futebolês" no linguajar e, assim, empobrecendo as interpretações do real. Mas isso também corresponde à competência do jogo nacional entre o espectáculo desportivo mais popular no mundo: o campeonato é o 6º europeu mais pontuado, a selecção sénior é a 5ª mundial mais cotada e actual campeã europeia, dados que muito ultrapassam a dimensão económica e a demográfica do país. Nisso treinadores, jogadores e o trio de clubes mais representativos têm uma enorme visibilidade internacional.
 
Neste quadro o Sporting conquista o tão ambicionado título após 19 anos. E assim congrega uma imensa atenção nacional e além-fronteiras. Três dias depois joga o "clássico" dos "clássicos", o Benfica-Sporting, a sempre "taça da 2ª circular" diante do eterno rival. Nas suas camisolas os jogadores trocam o seu nome de campeões pelo dístico "Cabo Delgado", convocando a atenção solidária para o drama ali vivido desde há 3 anos e meio. O qual durante tanto tempo conviveu com o silêncio da sociedade moçambicana, das suas instâncias estatais e da imprensa tradicional bem como, friso, da maioria da intelectualidade do país. E também com a "distração" internacional. Vivi 18 anos em Moçambique, e também no Cabo Delgado, região pela qual então me apaixonei. Muito por isso ontem tanto me comovi ao saber deste inesperado gesto do meu clube - naquilo do gratuito encenado e inútil que é o clubismo.
 
Hoje de manhã corro o FB e vejo reacções lá na "Pérola do Índico". Alguns - uma minoria do que leio - protestam com esta intromissão nos assuntos internos, nessa pantomina a que reduzem o apreço pela soberania. Mais refinado segue o sociólogo Elísio Macamo, um dos mais afamados intelectuais nacionais. Conhecedor da sociedade portuguesa, onde até publica textos de índole política para gáudio dos "decoloniais", enfileirados no demagógico comunismo identitarista que por cá foi grassando, Macamo saúda a acção sportinguista mas não deixa de a apodar como "gesto imperial".
 
Muitos gostam de nos chamar "tugas" da "Tuga", nisso sinalizando o desprezo pelo nosso país e por nós-povo, assim ditos mole de gente rasca. Ao ler estas reacções e, acima de tudo, este "gesto imperial" sinto-me um "tuga", um vero "maguerre". E clamo um matinal "fôôôôôda-se...!", assim mesmo, com circunflexo maiúsculo e longo e arrastado "ô". Não injúria, nunca praga, mas uma verdadeira "onomatopeia imperial".
 
E depois, já azia liberta, regresso-me a burguesote bem-falante. Para findar assim: é isto, são estes clamores, o cerne do "pensamento decolonial". Que se saracoteiem @s académic@s das causas, neste garimpo de "gestos coloniais". Eu? Vou ver a bola...

13
Mai21

Após a festa

jpt
Pode ser uma imagem de 1 pessoa, monumento e ao ar livre
 
Ontem fui ao Marquês, logo após o jogo. Quando a mole começou a aumentar eu e o meu comparsa regressámos a casa, Covid oblige. Pois ainda não vacinados mas já velhotes - e vejo uma fotografia minha de ontem no metro e até me assusto com aquele Matusalém que já vou. Hoje leio muita gente incomodada com as multidões que se congregaram junto ao estádio, nas manifestações subsequentes ao jogo, com a violência ocorrida, com a hipotética indução de infecções (e até quem se queixa com os efeitos no turismo veraneante. A esses replico que melhor seria pensar em produzir algo em vez de vender vinho barato, raios de sol, peixe grelhado, sexo cálido e souvenirs reais e intangíveis aos estrangeiros, mas isso é coisa que não entendem os morcões infectados de estupidez que falam de "indústria hoteleira" e "indústria turística". Infecção estupidifadora que mata menos gerontes mas mais lixa o país do que o Covid-19).
 
Mas enfim aos ofendidos com as massas sportinguistas (com as gentes dos futebóis) convém lembrar duas coisas: nada disto foi surpresa, como não o foram as grandes ondas da Nazaré e as corridas de Portimão, quando também o povo se congregou em massa e sem futebóis, diante do estupor das autoridades. O que ontem aconteceu em Lisboa foi um estrondoso e apatetado exemplo de incapacidade, indecisão, incúria das autoridades: do governo de Cabrita, da câmara das ciclovias. E, acima de tudo, da polícia. Da PSP.
 
Os milhares de putos que se acotovelaram no Lumiar e nas avenidas novas, as dezenas de famílias, as centenas de graúdos? Somos aqueles que estamos há 15 meses (desde 2.2020) a levar com o rosário de incompetências, atrapalhações e desvario da "Super-Marta" e seus colegas. Com o Sousa e seus três jantares de Natal... Pois o campeonato acabou, nós saudámos com júbilo os tipos que foram competentes (e não corruptos, como tantos anteriores) nisto tão estrito do jogo da bola. E, também por isso, convençam-se de uma coisa indiscutível: quem esteve mal, e muito, quem foi javardo foi quem ontem andou aos tiros. Estão há 15 meses para se organizar. E ainda que os assalariados do ISCTE-IUL os digam "super" não o são. São tão maus que acabam em Maio de 2021 aos tiros sobre os putos da cidade.
 
Finalmente, aos meus amigos: vim ontem de madrugada do para-além-do-Tejo. À saída o benfiquista que me acolhe saudou-me sorridente num "porta-te bem". Depois, já na capital, o amigo (neutral de clube) ao volante despediu-se como "diverte-te". Logo abanquei em esplanada bairrista diante de meia-dúzia de vizinhos, onde era o único sportinguista. Bebemos vinho do Porto, qual homenagem aos dignos "vices". Almocei em Marvila - e muito bem - com o meu padrinho benfiquista e meu afilhado belenense, que fizeram questão de pagar a refeição "do título". Também por isso não me mandem mais um texto desse Luís Osório, uma merda vácua e apatetada de óbvia a saudar familiares e amigos que são adeptos do Sporting, que corre por aí como se fosse exemplo de algo peculiar - quando é mera condição normal. Lembrem-se mas é que é tipo do "Causa Nossa", anos a ombrear com socratistas, ministros e candidatos, e que agora faz doces e militantes felações a estes ministros. A este estado das coisas. Acabou a festa. Não a conspurquem com estes tipos.

26
Abr21

Superstições

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(Postal no És a Nossa Fé, colocado ontem antes do Braga-Sporting)

(Sou ateu, daqueles mesmo racionalistas. Alheio a quaisquer crenças, desde as mais complexas teologias aos mais comezinhos tiques e manias. Sou antropólogo e nisso está-me vedada a aversão a essas  explicações ou intuições sobre as coisas do mundo. São assuntos, problemáticas a entender, representações do mundo que devemos interpretar. Mas não há forças metafísicas, nem mesmo sorte ou azar, não há qualquer entidade salvífica ou punitiva. Mas ainda que respeite essas construções tenho um particular menosprezo pelas crendices chãs, os agoiros e maus-olhados, meras superstições obscurantistas...)

Devido a sucessos próprios e a insucessos dos clubes rivais ali ocorridos nestes últimos meses, nos meus locais facebook/whatsapp tenho, com evidente satisfação sarcástica, repetido este dito: "O meu coração está no distrito de Braga ... De Terra de Bouro a Vizela, de Cabeceiras de Basto às águas de Esposende ..."

E tremo hoje, angustiado: será que esta minha atitude, este meu pecado de soberba, minha impiedade, terá agoirado algo, virá a prejudicar os nossos rapazes, impedindo até o nosso desiderato? E, arrependido, vergado, faço a promessa à(s) Entidade(s) reguladora(s), ao Grande Árbitro: se ganharmos hoje naquela Pedreira cruzarei o Trancão e irei banhar-me nas gélidas águas de Esposende...

10
Abr21

Os 2 centímentros de Moreira de Cónegos

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(Postal para o És a Nossa Fé)

A propósito dos dolorosos dois centímetros cónegos recordo o que botei, aqui e alhures, em Abril de 2019, a propósito de um Manchester City-Tottenham. Resmungando sobre "...o anti-clímax que está a ser o vídeo-árbitro. Tecnologia que é preciosa, para reduzir erros e para combater a mariolagem arbitral. Mas cuja utilização trouxe uma vertente "tecnocrática", uma mania de "justiça" que de tão maximalista, pois milimétrica, não é ... justa. (...) Feito intelectual da bola, julgo que para manter o entusiasmo do jogo e para preservar a boa tecnologia são precisas duas mudanças: uma alteração legislativa e uma diferente jurisprudência."

Pois "Venho devido ao VAR, que foi influente no jogo. O 5-3 nos descontos finais, a suprema reviravolta, é a festa do futebol, o apogeu da ideia de clímax na bola. E depois anulado pelo VAR, o cume do anti-clímax. Ora isso está a acontecer imensas vezes, e é óbvio que vem retirando brilho, paixão, ao jogo. O VAR é fundamental, é óbvio que reduz os erros dos árbitros e que é um grande instrumento contra a protecção aos grandes clubes e contra a corrupção - promovida pelos clubes e por essa relativa novidade das apostas desportivas privadas e avulsas. Mas ao quebrar o predomínio da paixão e da festa arrisca a tornar o jogo mais cinzento e, nisso, a ilegitimar-se. 

Assim, as suas imensas capacidades tecnológicas de observação desumanizam o jogo. (...) [No caso do] fora-de-jogo. Há que recuperar o ideal da protecção do avançado em caso de dúvida na aplicação desta lei, de uma (muito) relativa indeterminação. Anda tudo a aplicar ilegalidades ínfimas, se o calcanhar de um está adiante ou não, se o nariz do avançado pencudo está à frente das narinas achatadas do defesa. Veja-se a imagem do tal 5-3, que beneficiaria o City: Aguero está em linha, de costas para a baliza tem apenas o rabo gordo à frente do defesa. Que interessa isso para o fluir do jogo? Urge recuperar essa ideia do "em linha", e permitir que o avançado esteja "ligeirissimamente" à frente do defesa: se confluem, relativamente, numa linha horizontal ... siga o jogo. Claro que depois se discutirá se o calcanhar dele estava ou não em linha com a biqueira do defesa. Mas serão muito menos as discussões. E haverá mais golos. E, acima de tudo, menos anulações diferidas. Donde haverá mais festa, mais alegria exultante. É esse o caminho para a defesa da tecnologia. E da paixão. Julgo eu, doutoral aqui no meu sofá."

Mas, infelizmente, não sou consultor da FIFA ou da International Board, qual Arsène Wenger luso. E que jeito me daria o emprego ou a consultoria...

26
Mar21

Patrícia Mamona

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Um tipo não precisa de ser fundamentalista anti-marialvismo e purista dos bons costumes para se irritar, e de que maneira, com a onda ("viral", dizia-se antes do Covid) de mensagens alarves com a deturpação ordinária desta fotografia.

Abandalhar os nomes das pessoas é sempre foleiro. Ajavardar com grandes atletas só porque são mulheres é sinal, como dizia o meu saudoso amigo Aventino, de "preguiça fálica". Ide à farmácia comprar a pílula correcta (e consultai o médico, não vos vá dar o badagaio quando estiverem sozinhos enfrentando o resultado dos medicamentos, como será típico dos que distribuem a alarvidade a que aludo).

Por fim, a sportinguista Patrícia Mamona é uma enorme campeã. Ao pé coxinho vale mais do que os engraçadistas todos que por aqui andam rastejando.

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